Em tempos de redes sociais as informações se misturam em todas as áreas, de forma superficial, frágil e duvidosa. Alguns temas são interessantes e merecem pesquisa mais aprofundada sobre. Foi assim que resolvi elaborar este post para o Blog e, como sempre, não tenho como me furtar do tema espiritualidade. No meu olhar de mundo, tudo no universo está intrinsecamente ligado às questões espirituais.
Vamos refletir sobre a conexão entre a ciência e a visao espiritualista:
Durante séculos, espiritualistas afirmam que o mundo material é apenas um reflexo do mundo espiritual, como a imagem de um espelho que revela apenas a forma externa daquilo que é verdadeiro.
Curiosamente, a ciência começa a investigar hipóteses que, apesar de não falarem de espiritualidade, apontam para uma mesma direção filosófica: a realidade física pode não ser a camada mais profunda da existência.
Recentes debates científicos, especialmente ligados ao estudo dos buracos negros, reacenderam uma teoria chamada Hipótese Holográfica, que tem provocado reflexões profundas sobre a natureza do universo. Mas o que isso significa? E o que tem a ver com a visão espiritualista? Vamos entender.
Vamos entender a hipótese holográfica, ou seja, o Universo como Projeção:
O fato é que ciência e espiritualidade percorrem caminhos diferentes e chegam a conclusões semelhantes.
Em Busca da Verdade, a união entre ciência e espiritualidade acontece de forma natural. Quando duas áreas tão diferentes começam a tocar o mesmo ponto, a existência de algo além do físico, é sinal de que estamos avançando na compreensão da realidade.
Talvez, um dia, ciência e espiritualidade caminhem lado a lado, cada uma iluminando uma parte diferente do mesmo mistério.
Até lá, seguimos estudando, observando e refletindo: se a matéria é reflexo, qual é a fonte que projeta a luz da existência?
Ednay Melo
Locais onde o leitor pode encontrar explicações sobre esses temas:
Recentes debates científicos, especialmente ligados ao estudo dos buracos negros, reacenderam uma teoria chamada Hipótese Holográfica, que tem provocado reflexões profundas sobre a natureza do universo. Mas o que isso significa? E o que tem a ver com a visão espiritualista? Vamos entender.
Vamos entender a hipótese holográfica, ou seja, o Universo como Projeção:
Alguns físicos notaram um comportamento curioso nos buracos negros: a quantidade de informação que eles podem armazenar não depende do seu volume, mas da sua superfície. Em outras palavras: É como se tudo o que está dentro estivesse “escrito” na borda.
A partir disso, surgiu a ideia de que talvez todo o universo funcione de maneira semelhante:
a realidade tridimensional que percebemos — com altura, largura e profundidade — poderia ser uma projeção de informações gravadas numa superfície bidimensional muito mais fundamental.
Isso não significa que o mundo é falso ou que estamos vivendo uma ilusão no sentido popular. A ciência não diz que a realidade é uma ilusão, mas sim que a base da realidade pode ser diferente da forma como a percebemos.
A partir disso, surgiu a ideia de que talvez todo o universo funcione de maneira semelhante:
a realidade tridimensional que percebemos — com altura, largura e profundidade — poderia ser uma projeção de informações gravadas numa superfície bidimensional muito mais fundamental.
Isso não significa que o mundo é falso ou que estamos vivendo uma ilusão no sentido popular. A ciência não diz que a realidade é uma ilusão, mas sim que a base da realidade pode ser diferente da forma como a percebemos.
Agora faremos um paralelo com a visão espiritualista:
Para o olhar espiritual, essa hipótese soa familiar. As tradições espiritualistas sempre afirmaram:
Tudo o que existe na matéria existe antes no plano espiritual. A matéria é consequência, não causa.
É como se o mundo espiritual fosse o rosto real, e o mundo material fosse seu reflexo no espelho. O reflexo é verdadeiro? Sim. Mas ele não é a causa, apenas a manifestação.
A ciência, cada vez mais, se aproxima dessa mesma ideia ao investigar que a realidade visível pode vir de uma camada invisível e sutil.
Tudo o que existe na matéria existe antes no plano espiritual. A matéria é consequência, não causa.
É como se o mundo espiritual fosse o rosto real, e o mundo material fosse seu reflexo no espelho. O reflexo é verdadeiro? Sim. Mas ele não é a causa, apenas a manifestação.
A ciência, cada vez mais, se aproxima dessa mesma ideia ao investigar que a realidade visível pode vir de uma camada invisível e sutil.
Para o espiritualismo, a matéria é a expressão do espírito, daí entendemos que:
O plano espiritual é a origem da criação. A matéria é uma dimensão mais densa, moldada por vibrações espirituais. Toda forma, pensamento e acontecimento nasce primeiro no campo sutil, energético, para só então se concretizar no físico.
Nesse sentido, quando a física moderna sugere que o universo material pode ser uma projeção de informações de outro nível, ela se aproxima daquilo que a espiritualidade já ensina há milênios:
A matéria não é a realidade plena, é apenas a parte visível de uma realidade muito maior.
Nesse sentido, quando a física moderna sugere que o universo material pode ser uma projeção de informações de outro nível, ela se aproxima daquilo que a espiritualidade já ensina há milênios:
A matéria não é a realidade plena, é apenas a parte visível de uma realidade muito maior.
O fato é que ciência e espiritualidade percorrem caminhos diferentes e chegam a conclusões semelhantes.
A ciência não fala de espíritos, guias ou dimensões espirituais. A espiritualidade não fala de equações matemáticas, campos quânticos ou entropia. Mas ambas, por caminhos diferentes, começam a sugerir a mesma essência:
Existe uma camada mais profunda, invisível, fundamental, da qual o mundo físico emerge. A realidade é muito mais ampla do que podemos perceber com os sentidos.
Para o espiritualista, essa camada profunda é o mundo espiritual, a dimensão das energias, vibrações e consciências. Para o físico teórico, ela pode ser uma estrutura matemática, energias quânticas ou informações codificadas no tecido do espaço.
O nome muda.
A abordagem muda.
Mas a ideia central se encontra.
Existe uma camada mais profunda, invisível, fundamental, da qual o mundo físico emerge. A realidade é muito mais ampla do que podemos perceber com os sentidos.
Para o espiritualista, essa camada profunda é o mundo espiritual, a dimensão das energias, vibrações e consciências. Para o físico teórico, ela pode ser uma estrutura matemática, energias quânticas ou informações codificadas no tecido do espaço.
O nome muda.
A abordagem muda.
Mas a ideia central se encontra.
Em Busca da Verdade, a união entre ciência e espiritualidade acontece de forma natural. Quando duas áreas tão diferentes começam a tocar o mesmo ponto, a existência de algo além do físico, é sinal de que estamos avançando na compreensão da realidade.
Talvez, um dia, ciência e espiritualidade caminhem lado a lado, cada uma iluminando uma parte diferente do mesmo mistério.
Até lá, seguimos estudando, observando e refletindo: se a matéria é reflexo, qual é a fonte que projeta a luz da existência?
1. DBHC – Dutch Black Hole Consortium
2. Scientific American
3. Allan Kardec (Espiritismo)
2. Scientific American
3. Allan Kardec (Espiritismo)
4. Caibalion (Hermetismo)
5. Helena Blavatsky e a Teosofia
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Leia também O Mistério do Universo

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